A importância da carta de apresentação

Há quem defenda que a carta de apresentação se tornou desnecessária, principalmente com o crescimento das plataformas de currículos online, como o LinkedIn. Mas isso não é bem uma verdade.

Os sites realmente tornaram a apresentação profissional mais dinâmica, mas eles não dispensaram a importância de outros documentos convencionais.

No livro ‘Great on de Job’ de Jodi Glickman, a especialista fala que “não enviar uma carta de apresentação é um sinal de preguiça. É o mesmo que cometer erros de ortografia e gramática em seu currículo”.

Neste post, mostraremos alguns pontos que afirmam a importância da carta de apresentação e apontam o porquê você não deve dispensar esse documento na hora de se candidatar a uma vaga.

A carta de apresentação ajuda construir um relacionamento com o empregador

Cada vez mais as empresas buscam profissionais que estejam alinhados com os propósitos da marca.  Quando o candidato cria uma carta de apresentação – mesmo que a empresa não solicite – ele ajuda a criar mais facilmente uma ligação com o seu empregador.

A partir da carta, o recrutador conseguirá identificar os propósitos de carreira do candidato, conhecerá mais da sua personalidade e as realizações que obteve ao longo da vida profissional.

Quando você apresenta tudo isso em uma vaga, certamente será observado com mais atenção e gerará uma importância maior na sua candidatura.

Conta mais sobre sua história

O currículo mostra muito sobre suas experiências, funções e capacitações profissionais. Já a carta de apresentação traz um contexto mais pessoal, mostrando a sua história e suas relações com as empresas por onde passou.

Esse é o documento onde dá para expressar seus valores, as melhorias que levará para empresa que está contratando, assim como a explicação do porquê você se considera o candidato ideal para a vaga.

É o momento de externalizar seus propósitos – sempre com atenção e cuidado na linguagem escrita -, complementando informações que não são convencionais para currículos.

Fracassos no currículo. Veja se vale a pena mencioná-los. Leia o post!

Dicas práticas para escrever uma boa carta de apresentação

Se você entende a importância da carta de apresentação e agora não sabe por onde começar, a gente deixou X dicas que te ajudarão muito nesse processo.

Personalize

Crie algo personalizado. Isso inclui o layout da página, mas principalmente, a fala usada no documento. Evite criar uma carta de apresentação genérica. Desenvolva algo que seja realmente direcionado para a empresa em candidatura.

Estruture

Não é apenas escrever. Uma boa carta de apresentação precisa de estrutura coerente. Use frases curtas, linguagem que se adapta à realidade da empresa que oferta a vaga e mantenha a coerência entre as informações. Evite o velho ‘encher linguiça’, pois o que vale não é o tamanho da carta, mas o conteúdo.

Profissionalize

Mesmo que você construa a sua carta de apresentação em um documento simples do Word, tenha cuidado em personalizá-lo. Aplique um rodapé com seus dados, use um modelo pronto e certifique-se que a pontuação e a gramática estejam coerentes.

 A carta de apresentação ainda é importante e ajuda muito na sua candidatura. Gostou das dicas? Acompanhe nossas redes sociais para mais dicas como essa! Siga nossa página no Facebook, perfil no LinkedIn e conta no Instagram! Te esperamos lá!

A importância do autodesenvolvimento na era atual

Qualquer reflexão que possamos fazer sobre autodesenvolvimento passará, primeiro, pela necessidade de romper algumas barreiras e sair da zona de conforto. Pensar fora da caixa eleva seu potencial como profissional e pode abrir portas que antes nem eram consideradas.

Na era atual, o desenvolvimento pessoal implica colocar você em um patamar de liderança. As pessoas que têm o poder de se autoconhecer e autodesenvolver, conseguem perceber e refletir de forma mais abrangente, as exigências do trabalho e da sua carreira.

Então vamos refletir mais um pouco sobre a importância de você praticar o autodesenvolvimento para conquistar novos e altos rumos em sua carreira?

O autodesenvolvimento é uma questão de estratégia de carreira

O autodesenvolvimento torna-se uma estratégia de carreira a partir do momento o consideramos como uma ferramenta de interesse de mercado.

Explicando melhor, se um profissional consegue analisar as exigências do seu trabalho e desenvolver-se a partir delas, sem a necessidade de esperar que a empresa cobre isso, ele se coloca sempre um passo adiante. Em alguns casos, antes mesmo de a gestão perceber a importância do aperfeiçoamento, o profissional entende a importância de um treinamento de liderança.

Então, você concorda conosco que o poder de autodesenvolvimento vai te transformar um profissional com visão estratégica?

Promoção de uma fácil adaptação no mercado

O processo de integração de um novo profissional pode demandar muito tempo e planejamento para uma empresa. Quando há a contratação de um colaborador com capacidade de autodesenvolvimento, ele encontra todas as alternativas adequadas e se adapta mais facilmente às mudanças da profissão.

O ingresso desse profissional ocorre em um menor tempo. O novo contratado consegue se alinhar mais rapidamente a missão, valores e visão da empresa, além do significado que ela precisa ter diante seus consumidores.

O trabalho passa a ser uma fonte de prazer

Existe uma máxima muito antiga que se encaixa muito bem no que queremos dizer:

“Escolha um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um único dia em sua vida.”

A frase famosa de Confúcio contextualiza muito a importância do autodesenvolvimento. Nós trabalhamos, em média, 50 anos de nossas vidas e passamos cerca de 1/3 do dia no ambiente profissional.

Se você relaciona o seu trabalho como um dever ou obrigação, acaba mascarando suas realizações e boicotando seu crescimento profissional.

Sabe o motivo?

O sucesso profissional está muito ligado ao sentimento de realização!

O autodesenvolvimento faz você retirar diversas máscaras e investir naquilo que traz prazer e satisfação para a sua vida. Com isso, consegue desempenhar um papel de destaque no mercado.

Isso explica completamente porque algumas pessoas nunca conseguem crescer profissionalmente. Elas podem estar ali apenas cumprindo uma jornada de trabalho para serem pagas por isso. Elas não estão ali porque querem ser melhores. Consequentemente, elas não agregam valor para a sua profissão.

Como profissional, o autodesenvolvimento tem a ver com auto realização e essa é a essência para o sucesso em qualquer mercado.

Gostou do nosso conteúdo? Continua acompanhando os posts aqui no blog para descobrir mais sobre carreiras!

Fracassos no currículo: vale a pena mencionar?

Uma dúvida comum em diferentes áreas de atuação está sobre como construir um currículo vencedor. Quais informações colocar? Seguir um modelo tradicional ou uma abordagem mais moderna e dinâmica? Como atrair a atenção de gestores de Recursos Humanos na tentativa de conseguir passar para a próxima etapa? Essas são algumas das dúvidas comuns.

Outra questão, ainda mais específica, está no conteúdo técnico do currículo: afinal, devo colocar os fracassos profissionais e o que aprendi com eles ou focar apenas nos sucessos ao longo da carreira? É sobre isso que trataremos nesse artigo.

Vale a pena colocar fracassos no currículo?

Todo assunto tem alguns mitos e clichês e a busca por um emprego não é diferente. Neste cenário, a ideia geral é que um currículo deve ter apenas elogios e aspectos positivos, pois a falta deles pode indicar algum tipo de fragilidade do candidato para uma determinada vaga. Na prática, não é bem verdade.

Um erro que aparece com frequência entre profissionais é apresentar uma certa dificuldade em abordar suas próprias fragilidades. Um clichê que ilustra esse comportamento é o uso do perfeccionismo como maior defeito.

O que incentivamos aqui, tem como objetivo mostrar ao recrutador que até mesmo os defeitos são, de certa forma, positivos para o crescimento profissional e por fim beneficiarão a organização. Se mostrar como um profissional perfeito, que acerta sempre, não costuma agradar aos recrutadores. Pelo contrário: apenas revela uma grande dificuldade de avaliação pessoal.

Outro ponto importante (e que você precisa saber) é que, especialmente nos dias atuais, direcionar o seu foco apenas aos pontos positivos não é exatamente algo que será bem recebido em um processo seletivo. Todo mundo tem problemas e dificuldades. Não compartilhar falhas dá a entender que você está escondendo algo do recrutador.

Como compartilhar fracassos no currículo?

É natural que, ao falar de fracassos, você fique mais desconfortável do que ao comentar sucessos e realizações. No entanto, aprender a abordar as situações em que as coisas não aconteceram conforme o esperado mostram maturidade, flexibilidade (algo extremamente importante no atual contexto organizacional) e evolução profissional. Vale lembrar que nenhuma trajetória é composta apenas por conquistas.

Desta forma, o compartilhamento de fracassos no currículo, ao contrário do que se imagina popularmente, pode contar pontos positivos para um candidato. Isso mostra transparência e sinceridade em um processo seletivo, algo que geralmente é bem visto na hora de buscar um novo colaborador para atuar em uma empresa.

A melhor maneira de abordar essas dificuldades ao longo da sua carreira é contextualizá-las, algo que inclui uma reflexão sobre aprendizados. Erros são comuns. O que não vai funcionar é apenas listar esses momentos ruins e não trazer nenhum comentário, evolução ou justificativa.

Quais são os fracassos que podem constar no seu currículo?

E o que seriam esses pontos de fracassos de uma carreira que você pode adicionar no seu currículo? Podemos citar três situações principais:

  • Projetos que não se concretizaram conforme esperado
  • Metas projetadas e que não foram alcançadas
  • Empregos que foram perdidos

Novamente, cada uma dessas situações é bem normal na carreira. E, portanto, vale muito mais a pena compartilhar o que elas geraram de aprendizado para você do que tentar omiti-las em um novo processo seletivo.

Usando de um currículo de fracassos, como vem sendo chamado atualmente, você ganha confiança do recrutador, além de mostrar a capacidade de reconhecer falhas e evoluir de maneira contínua. Pense nisso na hora de montar a sua apresentação pessoal para uma empresa em que deseja trabalhar.