A importância do autodesenvolvimento na era atual

Qualquer reflexão que possamos fazer sobre autodesenvolvimento passará, primeiro, pela necessidade de romper algumas barreiras e sair da zona de conforto. Pensar fora da caixa eleva seu potencial como profissional e pode abrir portas que antes nem eram consideradas.

Na era atual, o desenvolvimento pessoal implica colocar você em um patamar de liderança. As pessoas que têm o poder de se autoconhecer e autodesenvolver, conseguem perceber e refletir de forma mais abrangente, as exigências do trabalho e da sua carreira.

Então vamos refletir mais um pouco sobre a importância de você praticar o autodesenvolvimento para conquistar novos e altos rumos em sua carreira?

O autodesenvolvimento é uma questão de estratégia de carreira

O autodesenvolvimento torna-se uma estratégia de carreira a partir do momento o consideramos como uma ferramenta de interesse de mercado.

Explicando melhor, se um profissional consegue analisar as exigências do seu trabalho e desenvolver-se a partir delas, sem a necessidade de esperar que a empresa cobre isso, ele se coloca sempre um passo adiante. Em alguns casos, antes mesmo de a gestão perceber a importância do aperfeiçoamento, o profissional traz a solução para problemas existentes.

Então, você concorda conosco que o poder de autodesenvolvimento vai te transformar um profissional com visão estratégica?

Promoção de uma fácil adaptação no mercado

O processo de integração de um novo profissional pode demandar muito tempo e planejamento para uma empresa. Quando há a contratação de um colaborador com capacidade de autodesenvolvimento, ele encontra todas as alternativas adequadas e se adapta mais facilmente às mudanças da profissão.

O ingresso desse profissional ocorre em um menor tempo. O novo contratado consegue se alinhar mais rapidamente a missão, valores e visão da empresa, além do significado que ela precisa ter diante seus consumidores.

O trabalho passa a ser uma fonte de prazer

Existe uma máxima muito antiga que se encaixa muito bem no que queremos dizer:

“Escolha um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um único dia em sua vida.”

A frase famosa de Confúcio contextualiza muito a importância do autodesenvolvimento. Nós trabalhamos, em média, 50 anos de nossas vidas e passamos cerca de 1/3 do dia no ambiente profissional.

Se você relaciona o seu trabalho como um dever ou obrigação, acaba mascarando suas realizações e boicotando seu crescimento profissional.

Sabe o motivo?

O sucesso profissional está muito ligado ao sentimento de realização!

O autodesenvolvimento faz você retirar diversas máscaras e investir naquilo que traz prazer e satisfação para a sua vida. Com isso, consegue desempenhar um papel de destaque no mercado.

Isso explica completamente porque algumas pessoas nunca conseguem crescer profissionalmente. Elas podem estar ali apenas cumprindo uma jornada de trabalho para serem pagas por isso. Elas não estão ali porque querem ser melhores. Consequentemente, elas não agregam valor para a sua profissão.

Como profissional, o autodesenvolvimento tem a ver com auto realização e essa é a essência para o sucesso em qualquer mercado.

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Retenção de talentos: o que é mais importante para a empresa?

A necessidade de pertencimento à uma organização, sensação muito comum na geração Milennials, resignificou o que as empresas enxergavam sobre retenção de talentos até hoje.

Antes, reter um talento na empresa era quase sempre associado às oportunidades de salário e benefícios. Não que isso seja algo impraticável atualmente, o retorno financeiro ainda é válido. No entanto, os novos perfis de profissionais se preocupam muito mais com a associação da sua imagem à uma empresa que traga valor para o mercado e para a sociedade.

Dentro desse contexto, foi necessário reestruturar alguns métodos internos e externos – visto que a retenção de talentos também precisa estar presente nas entrevistas de emprego. Por isso, queremos conversar mais e mostrar o que é mais importante nesse processo e como sua empresa pode manter – e conquistar – os melhores talentos do mercado. Veja.

Incentive a jornada flexível

A pandemia do coronavírus nos mostrou que a adesão ao trabalho remoto é favorável para a saúde do colaborador. A jornada foi aprovada por 80% dos gestores brasileiros, que adotarão a nova forma de trabalho mesmo depois da quarentena.

O incentivo à jornada flexível é importante na retenção de talentos porque você oferece mais qualidade de vida para o colaborador, que não precisa enfrentar trânsito, comprometer o sono e a alimentação, além de ter a chance de trabalhar em um ambiente mais próprio e com o conforto que ele deseja.

A resposta para essa mudança são entregas mais consistentes, rápidas e com qualidade. O seu colaborador trabalha mais sobre a produção do que sobre o expediente de 08h às 18h.

Desenvolva um bom processo de onboarding

Manter um nível elevado de satisfação é uma maneira eficiente de retenção de talentos e essa ação deve começar nas contratações. Você não pode deixar para se preocupar com o bem-estar do colaborador apenas após a efetivação. Conquiste-o com uma proposta de valor já na entrevista.

Reforçamos o conceito que deixamos no início do texto. É preciso desenvolver um senso de pertencimento. Elabore um processo de integração muito eficiente, de forma que seu novo colaborador não tenha grandes dificuldades de adaptação, nem com os processos do trabalho e nem com o time.

LEIA TAMBÉM: O que mais motiva as pessoas no trabalho?

Gere oportunidades de desenvolvimento profissional

A retenção de talentos também é favorecida quando a empresa se preocupa em manter os funcionários atualizados quanto às necessidades do mercado. O valor dessa ação aumenta ainda mais quando você gera um conhecimento necessário, mas desprendido de sua marca. Ou seja, o colaborador poderá aplicar o aprendizado em qualquer outra empresa que venha trabalhar futuramente. Faça parcerias com escolas e instituições de educação continuada e ofereça descontos ou pagamento integral de cursos essenciais para a otimização do fluxo da sua organização. Além disso, você pode agregar mais importância, reconhecendo esses aprendizados como forma de promoção de cargos.

O segredo da retenção de talentos é o apoio dado ao crescimento do profissional dentro da sua empresa. Se você se preocupa com isso e mostra para o profissional, ele se sentirá bem mais confortável em permanecer no cargo.

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Fracassos no currículo: vale a pena mencionar?

Uma dúvida comum em diferentes áreas de atuação está sobre como construir um currículo vencedor. Quais informações colocar? Seguir um modelo tradicional ou uma abordagem mais moderna e dinâmica? Como atrair a atenção de gestores de Recursos Humanos na tentativa de conseguir passar para a próxima etapa? Essas são algumas das dúvidas comuns.

Outra questão, ainda mais específica, está no conteúdo técnico do currículo: afinal, devo colocar os fracassos profissionais e o que aprendi com eles ou focar apenas nos sucessos ao longo da carreira? É sobre isso que trataremos nesse artigo.

Vale a pena colocar fracassos no currículo?

Todo assunto tem alguns mitos e clichês e a busca por um emprego não é diferente. Neste cenário, a ideia geral é que um currículo deve ter apenas elogios e aspectos positivos, pois a falta deles pode indicar algum tipo de fragilidade do candidato para uma determinada vaga. Na prática, não é bem verdade.

Um erro que aparece com frequência entre profissionais é apresentar uma certa dificuldade em abordar suas próprias fragilidades. Um clichê que ilustra esse comportamento é o uso do perfeccionismo como maior defeito.

O que incentivamos aqui, tem como objetivo mostrar ao recrutador que até mesmo os defeitos são, de certa forma, positivos para o crescimento profissional e por fim beneficiarão a organização. Se mostrar como um profissional perfeito, que acerta sempre, não costuma agradar aos recrutadores. Pelo contrário: apenas revela uma grande dificuldade de avaliação pessoal.

Outro ponto importante (e que você precisa saber) é que, especialmente nos dias atuais, direcionar o seu foco apenas aos pontos positivos não é exatamente algo que será bem recebido em um processo seletivo. Todo mundo tem problemas e dificuldades. Não compartilhar falhas dá a entender que você está escondendo algo do recrutador.

Como compartilhar fracassos no currículo?

É natural que, ao falar de fracassos, você fique mais desconfortável do que ao comentar sucessos e realizações. No entanto, aprender a abordar as situações em que as coisas não aconteceram conforme o esperado mostram maturidade, flexibilidade (algo extremamente importante no atual contexto organizacional) e evolução profissional. Vale lembrar que nenhuma trajetória é composta apenas por conquistas.

Desta forma, o compartilhamento de fracassos no currículo, ao contrário do que se imagina popularmente, pode contar pontos positivos para um candidato. Isso mostra transparência e sinceridade em um processo seletivo, algo que geralmente é bem visto na hora de buscar um novo colaborador para atuar em uma empresa.

A melhor maneira de abordar essas dificuldades ao longo da sua carreira é contextualizá-las, algo que inclui uma reflexão sobre aprendizados. Erros são comuns. O que não vai funcionar é apenas listar esses momentos ruins e não trazer nenhum comentário, evolução ou justificativa.

Quais são os fracassos que podem constar no seu currículo?

E o que seriam esses pontos de fracassos de uma carreira que você pode adicionar no seu currículo? Podemos citar três situações principais:

  • Projetos que não se concretizaram conforme esperado
  • Metas projetadas e que não foram alcançadas
  • Empregos que foram perdidos

Novamente, cada uma dessas situações é bem normal na carreira. E, portanto, vale muito mais a pena compartilhar o que elas geraram de aprendizado para você do que tentar omiti-las em um novo processo seletivo.

Usando de um currículo de fracassos, como vem sendo chamado atualmente, você ganha confiança do recrutador, além de mostrar a capacidade de reconhecer falhas e evoluir de maneira contínua. Pense nisso na hora de montar a sua apresentação pessoal para uma empresa em que deseja trabalhar.