Recolocação profissional: entenda o que fazer

Rapaz sentado em uma cadeira digitando em seu notebook

A recolocação profissional ganhou muita força agora na pandemia, com a crise econômica que se instalou no mundo.

O número de desempregado aumentou muito e, consequentemente, a busca por novas oportunidades também.

Buscar novas oportunidades, na mesma área de atuação ou não, pode ser mais tranquilo do que parece. Sabemos que há um pouco de insegurança neste momento, mas se isso for feito com paciência, cautela e responsabilidade, logo logo você estará colhendo os bons e novos frutos!

Sabendo disso, elencamos alguns pontos que você precisa saber antes de procurar um novo emprego! Confira.

Organizar finanças evita o emprego por desespero

É certo que uma demissão desestabiliza qualquer pessoa. No entanto, é preciso ter controle neste momento e manter o equilíbrio financeiro ao máximo, por mais complexo que pareça.

Se você tem uma reserva financeira, geralmente proveniente da rescisão da antiga empresa, invista apenas no que for necessário. Também corte gastos não essenciais neste momento.

Fazendo isso, você evita dívidas. Essa ação também contribui para que você consiga analisar melhor as oportunidades de emprego que surgem nos próximos dias, evitando aceitar vagas que não sejam promissoras para a sua carreira.

Identifique seus (reais) pontos fortes e fracos

Quando você vai para uma entrevista de emprego sabendo exatamente quais são os seus pontos fortes e fracos, consegue ter mais sucesso, é fato.

Neste momento de recolocação profissional, vale muito fazer essa autoavaliação. Identificando o que precisa melhorar, dá para buscar profissionalizar-se e ter chances de contratação ainda maiores.

Uma sugestão é criar uma lista – de forma muito crítica e sincera – e apontar soluções para cada ponto fraco, assim como identificar como dá para destacar seus pontos fortes nas entrevistas.

Decida se vai permanecer na mesma área

Nunca é tarde para mudar. A recolocação profissional também abre o leque de uma mudança de carreira total para sua vida.

Aproveite este momento para refletir melhor sobre a sua trajetória profissional e os objetivos que deseja em sua carreira.

Atualize o seu currículo para a recolocação profissional

Não adianta apresentar um currículo com cursos e experiências muito antigas. Tente algo novo. Faça um curso de atualização e mostre em sua apresentação profissional o que tem de melhor para a nova empresa.

Lembre-se que currículo antigo mostra profissional desqualificado e desatualizado! Não seja esse tipo!

Não minta sobre o último emprego

Provavelmente em algum momento da recolocação profissional alguém vai questionar qual foi o motivo da demissão na última empresa.

Não precisa mentir quanto a isso. Seja sincero e, se a demissão foi por uma causa justa, conte o que você fez para melhorar o seu posicionamento desde então e como pode garantir que tal postura não se repetirá na nova empresa.

A recolocação profissional exige atenção e cuidado do profissional. Estude, frequente palestras e workshops, se atualize, sempre procure ser verdadeiro e, com certeza a sua grande oportunidade virá.

Tem algum depoimento sobre recolocação profissional que deseja compartilhar conosco? Deixe seus comentários no post!

Dicas de como fazer um vídeo apresentação

Mulher negra sentada gravando um vídeo pelo notebook

Já tem um tempo que a forma de selecionar candidatos tem mudado nas empresas. Desde o início da pandemia, quando as seletivas online passaram a ser prioridade, fazer um vídeo de apresentação tem sido quase que uma regra.

Só que ainda tem muito profissional com bloqueio e precisamos desmistificar isso. Gravar algo para seus recrutadores não precisa ser um grande obstáculo. Dá para fazer um vídeo simples e bem bacana, se você seguir as dicas que deixaremos neste post. Confira!

5 dicas para fazer um vídeo de apresentação incrível

Na dúvida ou na vergonha, é só seguir as diretrizes abaixo!

1 – Escolha um ambiente amigável

Se você se sente muito confortável em um espaço, tendencialmente seu cérebro e seu corpo conseguirão relaxar mais.

Então escolha um espaço que seja amigável e que lhe deixe muito tranquilo. Olhe para o espaço e veja o que mais tem a ver com sua personalidade. Inclusive, isso pode ser uma ótima chamada para fazer o vídeo de apresentação.

2 – Preocupe-se com as questões técnicas

Tudo bem não ter equipamentos de gravação, você não precisa deles! No entanto, é importante considerar as questões técnicas na hora de fazer o vídeo de apresentação.

Primeiro escolha um celular – ou outro equipamento de filmagem – que tenha uma qualidade boa para vídeo! Observe a resolução, mas também a captação e, até mesmo, a capacidade de armazenamento.

A iluminação também é essencial. Dê preferência sempre à iuz natural do ambiente, o que prioritariamente pedirá uma filmagem durante o dia. Caso não seja possível, uma luz branca, é sempre mais apropriada.

Lembre-se ainda do apoio. Segurar o celular na mão pode comprometer a qualidade da sua filmagem. Dá para improvisar um suporte facilmente com livros e outros objetos que sustentem o aparelho em pé e na altura desejada.

3 – Cuide da sua aparência

Por mais despojado que você seja, prepare a sua aparência para o vídeo. Esteja de banho tomado, rosto limpo – no caso das mulheres, talvez uma maquiagem mais leve caia bem.

A melhor forma de descobrir como preparar a sua aparência, é conhecendo a política da empresa. Descubra o perfil ideal de funcionário e entenda qual o estilo mais apropriado para fazer um vídeo de apresentação.

4 – Monte um roteiro

Nunca grave nada aleatoriamente. Você pode até não querer fazer um vídeo de apresentação com texto decorado – e nem indicamos isso -, no entanto, programe suas falas.

Faça um roteiro dividindo em tópicos como:

  • apresentação pessoal;
  • apresentação profissional;
  • perspectivas para vaga
  • diferenciais para a empresa

Além de outros tópicos que podem ser questionados no pedido do vídeo.

5 – Evite muitas edições

A gente sabe o quanto os sites e aplicativos de edições de vídeo facilitam a criação de uma filmagem mais perfeita.

No entanto, o exagero pode ser visto como superficialidade e descuido. Sendo assim, tente fazer um vídeo sem cortes, sem filtros excessivos, ou com alterações que não sejam pedidas pela empresa ou não sejam necessárias.

O vídeo de apresentação não é seu currículo falado, mas ele influencia muito na decisão pela vaga. Em algumas empresas, a carta de apresentação já vem sendo substituída pela filmagem, então esteja sempre preparado.

Você acha que agora ficou mais fácil fazer um vídeo de apresentação profissional? Comente!

Estágio, trainee e jovem aprendiz: entenda a diferença entre eles

Jovem rapaz usando o notebook em espaço aberto

Estágio, trainee e jovem aprendiz. Esses são três termos muito comuns entre os recém-chegados ao mercado de trabalho.

Há ainda muitas dúvidas em relação ao que significa cada uma das classificações e quando elas são aplicadas na vida profissional.

Então resolvemos criar um post respondendo as duas questões acima e qual dos programas pode representar melhor seus planos profissionais. Confira.

Estágio, trainee e jovem aprendiz: definições

Os conceitos de estágio, trainee e jovem aprendiz não precisam ser um bicho de sete cabeças para os estudantes em busca de contratação.

Veja o que cada um representa:

Estágio

Ouvimos muito falar em estágio quando o jovem está na universidade e quer – ou precisa – iniciar a sua carreira na área escolhida, mas ainda não tem diploma.

Olhando por um lado, a definição acima não está errada. No entanto, o estágio pode ocorrer em diversos momentos da vida do estudante.

Essa modalidade de trabalho pode ser definida como um período em que o profissional atua em uma área, aplicando na prática, o conhecimento que ele adquiriu na teoria.

Sabendo disso, podemos concluir que o estágio pode acontecer também fora no universo das faculdades. Por exemplo, alunos do ensino médio podem estagiar em suas áreas de interesse.

Trainee

A atuação do trainee é bem similar ao estágio. A diferença é que nessa modalidade de contrato, o profissional já tem uma formação. Inclusive, ser um recém-formado é pré-requisito para vagas de trainee.

As empresas contratantes também têm uma finalidade muito específica para o trainee: prepará-lo para assumir cargos de liderança na instituição.

 A grande vantagem do trainee sobre o estágio, é a expectativa de trabalho. O estagiário tem tempo limitado de atuação em uma empresa, definido por lei em 2 anos. Já o trainee, assume o cargo com a expectativa de ter uma longa carreira naquela instituição.

Jovem Aprendiz

O Jovem Aprendiz está previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA, como uma modalidade de trabalho que ajuda no desenvolvimento de profissionais ainda em formação escolar.

Este é um programa do Governo Federal aprovado no ano 2000, mas regulamentado somente em 2005. A lei determina que todas as empresas de médio e grande porte devem ter de 5 a 15% de menor aprendiz em seu quadro de funcionários.

A ideia é gerar oportunidades de trabalho para jovens entre 14 e 24 anos, que estejam cursando o ensino regular técnico profissional.

Além dos sites das próprias instituições, outros canais podem ser utilizados para inscrição no programa, como o ESPRO, CIEE e IEL.

Estágio, trainee e jovem aprendiz: qual o melhor?

A definição de melhor entre os programas de estágio, trainee e jovem aprendiz depende muito de profissional para profissional.

 As três opções são muito bem pontuadas e podem se aplicadas em diferentes momentos da sua vida profissional.

Vale muito a pena analisar cada um dos programas, considerando a empresa que você vai firmar contrato e, principalmente, os seus propósitos pata o futuro.

Leia também: A importância do autodesenvolvimento na era atual

Ainda tem dúvidas sobre estágio, trainee e jovem aprendiz? Deixa seu comentário que respondemos para você!

A importância da carta de apresentação

Há quem defenda que a carta de apresentação se tornou desnecessária, principalmente com o crescimento das plataformas de currículos online, como o LinkedIn. Mas isso não é bem uma verdade.

Os sites realmente tornaram a apresentação profissional mais dinâmica, mas eles não dispensaram a importância de outros documentos convencionais.

No livro ‘Great on de Job’ de Jodi Glickman, a especialista fala que “não enviar uma carta de apresentação é um sinal de preguiça. É o mesmo que cometer erros de ortografia e gramática em seu currículo”.

Neste post, mostraremos alguns pontos que afirmam a importância da carta de apresentação e apontam o porquê você não deve dispensar esse documento na hora de se candidatar a uma vaga.

A carta de apresentação ajuda construir um relacionamento com o empregador

Cada vez mais as empresas buscam profissionais que estejam alinhados com os propósitos da marca.  Quando o candidato cria uma carta de apresentação – mesmo que a empresa não solicite – ele ajuda a criar mais facilmente uma ligação com o seu empregador.

A partir da carta, o recrutador conseguirá identificar os propósitos de carreira do candidato, conhecerá mais da sua personalidade e as realizações que obteve ao longo da vida profissional.

Quando você apresenta tudo isso em uma vaga, certamente será observado com mais atenção e gerará uma importância maior na sua candidatura.

Conta mais sobre sua história

O currículo mostra muito sobre suas experiências, funções e capacitações profissionais. Já a carta de apresentação traz um contexto mais pessoal, mostrando a sua história e suas relações com as empresas por onde passou.

Esse é o documento onde dá para expressar seus valores, as melhorias que levará para empresa que está contratando, assim como a explicação do porquê você se considera o candidato ideal para a vaga.

É o momento de externalizar seus propósitos – sempre com atenção e cuidado na linguagem escrita -, complementando informações que não são convencionais para currículos.

Fracassos no currículo. Veja se vale a pena mencioná-los. Leia o post!

Dicas práticas para escrever uma boa carta de apresentação

Se você entende a importância da carta de apresentação e agora não sabe por onde começar, a gente deixou X dicas que te ajudarão muito nesse processo.

Personalize

Crie algo personalizado. Isso inclui o layout da página, mas principalmente, a fala usada no documento. Evite criar uma carta de apresentação genérica. Desenvolva algo que seja realmente direcionado para a empresa em candidatura.

Estruture

Não é apenas escrever. Uma boa carta de apresentação precisa de estrutura coerente. Use frases curtas, linguagem que se adapta à realidade da empresa que oferta a vaga e mantenha a coerência entre as informações. Evite o velho ‘encher linguiça’, pois o que vale não é o tamanho da carta, mas o conteúdo.

Profissionalize

Mesmo que você construa a sua carta de apresentação em um documento simples do Word, tenha cuidado em personalizá-lo. Aplique um rodapé com seus dados, use um modelo pronto e certifique-se que a pontuação e a gramática estejam coerentes.

 A carta de apresentação ainda é importante e ajuda muito na sua candidatura. Gostou das dicas? Acompanhe nossas redes sociais para mais dicas como essa! Siga nossa página no Facebook, perfil no LinkedIn e conta no Instagram! Te esperamos lá!

A importância do autodesenvolvimento na era atual

Qualquer reflexão que possamos fazer sobre autodesenvolvimento passará, primeiro, pela necessidade de romper algumas barreiras e sair da zona de conforto. Pensar fora da caixa eleva seu potencial como profissional e pode abrir portas que antes nem eram consideradas.

Na era atual, o desenvolvimento pessoal implica colocar você em um patamar de liderança. As pessoas que têm o poder de se autoconhecer e autodesenvolver, conseguem perceber e refletir de forma mais abrangente, as exigências do trabalho e da sua carreira.

Então vamos refletir mais um pouco sobre a importância de você praticar o autodesenvolvimento para conquistar novos e altos rumos em sua carreira?

O autodesenvolvimento é uma questão de estratégia de carreira

O autodesenvolvimento torna-se uma estratégia de carreira a partir do momento o consideramos como uma ferramenta de interesse de mercado.

Explicando melhor, se um profissional consegue analisar as exigências do seu trabalho e desenvolver-se a partir delas, sem a necessidade de esperar que a empresa cobre isso, ele se coloca sempre um passo adiante. Em alguns casos, antes mesmo de a gestão perceber a importância do aperfeiçoamento, o profissional entende a importância de um treinamento de liderança.

Então, você concorda conosco que o poder de autodesenvolvimento vai te transformar um profissional com visão estratégica?

Promoção de uma fácil adaptação no mercado

O processo de integração de um novo profissional pode demandar muito tempo e planejamento para uma empresa. Quando há a contratação de um colaborador com capacidade de autodesenvolvimento, ele encontra todas as alternativas adequadas e se adapta mais facilmente às mudanças da profissão.

O ingresso desse profissional ocorre em um menor tempo. O novo contratado consegue se alinhar mais rapidamente a missão, valores e visão da empresa, além do significado que ela precisa ter diante seus consumidores.

O trabalho passa a ser uma fonte de prazer

Existe uma máxima muito antiga que se encaixa muito bem no que queremos dizer:

“Escolha um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um único dia em sua vida.”

A frase famosa de Confúcio contextualiza muito a importância do autodesenvolvimento. Nós trabalhamos, em média, 50 anos de nossas vidas e passamos cerca de 1/3 do dia no ambiente profissional.

Se você relaciona o seu trabalho como um dever ou obrigação, acaba mascarando suas realizações e boicotando seu crescimento profissional.

Sabe o motivo?

O sucesso profissional está muito ligado ao sentimento de realização!

O autodesenvolvimento faz você retirar diversas máscaras e investir naquilo que traz prazer e satisfação para a sua vida. Com isso, consegue desempenhar um papel de destaque no mercado.

Isso explica completamente porque algumas pessoas nunca conseguem crescer profissionalmente. Elas podem estar ali apenas cumprindo uma jornada de trabalho para serem pagas por isso. Elas não estão ali porque querem ser melhores. Consequentemente, elas não agregam valor para a sua profissão.

Como profissional, o autodesenvolvimento tem a ver com auto realização e essa é a essência para o sucesso em qualquer mercado.

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Retenção de talentos: o que é mais importante para a empresa?

A necessidade de pertencimento à uma organização, sensação muito comum na geração Milennials, resignificou o que as empresas enxergavam sobre retenção de talentos até hoje.

Antes, reter um talento na empresa era quase sempre associado às oportunidades de salário e benefícios. Não que isso seja algo impraticável atualmente, o retorno financeiro ainda é válido. No entanto, os novos perfis de profissionais se preocupam muito mais com a associação da sua imagem à uma empresa que traga valor para o mercado e para a sociedade.

Dentro desse contexto, foi necessário reestruturar alguns métodos internos e externos – visto que a retenção de talentos também precisa estar presente nas entrevistas de emprego. Por isso, queremos conversar mais e mostrar o que é mais importante nesse processo e como sua empresa pode manter – e conquistar – os melhores talentos do mercado. Veja.

Incentive a jornada flexível

A pandemia do coronavírus nos mostrou que a adesão ao trabalho remoto é favorável para a saúde do colaborador. A jornada foi aprovada por 80% dos gestores brasileiros, que adotarão a nova forma de trabalho mesmo depois da quarentena.

O incentivo à jornada flexível é importante na retenção de talentos porque você oferece mais qualidade de vida para o colaborador, que não precisa enfrentar trânsito, comprometer o sono e a alimentação, além de ter a chance de trabalhar em um ambiente mais próprio e com o conforto que ele deseja.

A resposta para essa mudança são entregas mais consistentes, rápidas e com qualidade. O seu colaborador trabalha mais sobre a produção do que sobre o expediente de 08h às 18h.

Desenvolva um bom processo de onboarding

Manter um nível elevado de satisfação é uma maneira eficiente de retenção de talentos e essa ação deve começar nas contratações. Você não pode deixar para se preocupar com o bem-estar do colaborador apenas após a efetivação. Conquiste-o com uma proposta de valor já na entrevista.

Reforçamos o conceito que deixamos no início do texto. É preciso desenvolver um senso de pertencimento. Elabore um processo de integração muito eficiente, de forma que seu novo colaborador não tenha grandes dificuldades de adaptação, nem com os processos do trabalho e nem com o time.

LEIA TAMBÉM: O que mais motiva as pessoas no trabalho?

Gere oportunidades de desenvolvimento profissional

A retenção de talentos também é favorecida quando a empresa se preocupa em manter os funcionários atualizados quanto às necessidades do mercado. O valor dessa ação aumenta ainda mais quando você gera um conhecimento necessário, mas desprendido de sua marca. Ou seja, o colaborador poderá aplicar o aprendizado em qualquer outra empresa que venha trabalhar futuramente. Faça parcerias com escolas e instituições de educação continuada e ofereça descontos ou pagamento integral de cursos essenciais para a otimização do fluxo da sua organização. Além disso, você pode agregar mais importância, reconhecendo esses aprendizados como forma de promoção de cargos.

O segredo da retenção de talentos é o apoio dado ao crescimento do profissional dentro da sua empresa. Se você se preocupa com isso e mostra para o profissional, ele se sentirá bem mais confortável em permanecer no cargo.

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Fracassos no currículo: vale a pena mencionar?

Uma dúvida comum em diferentes áreas de atuação está sobre como construir um currículo vencedor. Quais informações colocar? Seguir um modelo tradicional ou uma abordagem mais moderna e dinâmica? Como atrair a atenção de gestores de Recursos Humanos na tentativa de conseguir passar para a próxima etapa? Essas são algumas das dúvidas comuns.

Outra questão, ainda mais específica, está no conteúdo técnico do currículo: afinal, devo colocar os fracassos profissionais e o que aprendi com eles ou focar apenas nos sucessos ao longo da carreira? É sobre isso que trataremos nesse artigo.

Vale a pena colocar fracassos no currículo?

Todo assunto tem alguns mitos e clichês e a busca por um emprego não é diferente. Neste cenário, a ideia geral é que um currículo deve ter apenas elogios e aspectos positivos, pois a falta deles pode indicar algum tipo de fragilidade do candidato para uma determinada vaga. Na prática, não é bem verdade.

Um erro que aparece com frequência entre profissionais é apresentar uma certa dificuldade em abordar suas próprias fragilidades. Um clichê que ilustra esse comportamento é o uso do perfeccionismo como maior defeito.

O que incentivamos aqui, tem como objetivo mostrar ao recrutador que até mesmo os defeitos são, de certa forma, positivos para o crescimento profissional e por fim beneficiarão a organização. Se mostrar como um profissional perfeito, que acerta sempre, não costuma agradar aos recrutadores. Pelo contrário: apenas revela uma grande dificuldade de avaliação pessoal.

Outro ponto importante (e que você precisa saber) é que, especialmente nos dias atuais, direcionar o seu foco apenas aos pontos positivos não é exatamente algo que será bem recebido em um processo seletivo. Todo mundo tem problemas e dificuldades. Não compartilhar falhas dá a entender que você está escondendo algo do recrutador.

Como compartilhar fracassos no currículo?

É natural que, ao falar de fracassos, você fique mais desconfortável do que ao comentar sucessos e realizações. No entanto, aprender a abordar as situações em que as coisas não aconteceram conforme o esperado mostram maturidade, flexibilidade (algo extremamente importante no atual contexto organizacional) e evolução profissional. Vale lembrar que nenhuma trajetória é composta apenas por conquistas.

Desta forma, o compartilhamento de fracassos no currículo, ao contrário do que se imagina popularmente, pode contar pontos positivos para um candidato. Isso mostra transparência e sinceridade em um processo seletivo, algo que geralmente é bem visto na hora de buscar um novo colaborador para atuar em uma empresa.

A melhor maneira de abordar essas dificuldades ao longo da sua carreira é contextualizá-las, algo que inclui uma reflexão sobre aprendizados. Erros são comuns. O que não vai funcionar é apenas listar esses momentos ruins e não trazer nenhum comentário, evolução ou justificativa.

Quais são os fracassos que podem constar no seu currículo?

E o que seriam esses pontos de fracassos de uma carreira que você pode adicionar no seu currículo? Podemos citar três situações principais:

  • Projetos que não se concretizaram conforme esperado
  • Metas projetadas e que não foram alcançadas
  • Empregos que foram perdidos

Novamente, cada uma dessas situações é bem normal na carreira. E, portanto, vale muito mais a pena compartilhar o que elas geraram de aprendizado para você do que tentar omiti-las em um novo processo seletivo.

Usando de um currículo de fracassos, como vem sendo chamado atualmente, você ganha confiança do recrutador, além de mostrar a capacidade de reconhecer falhas e evoluir de maneira contínua. Pense nisso na hora de montar a sua apresentação pessoal para uma empresa em que deseja trabalhar.